quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

LIBERDADE E SINGULARIDADE TAMBÉM NASCEM PEQUENAS

Só as formigas e os bois do Mundo se 'vestem' igual.
GENTE pode e deveria poder escolher SEMPRE sem que ninguém saisse correndo para botar uma 'etiqueta' ou um 'crachá' no outro, baseado apenas na roupa escolhida por ele para se vestir!
GENTE já nasce plural, logo com a possibilidade de exibir um amplo leque de escolhas quanto sua ESTILÍSTICA existencial: que aparência vai dar ao seu corpo, e sob que vestes!

Onde você prefere estar: num formigueiro, numa boiada, (universos do 'igual compulsório') ou no universo dito HUMANO, (supostamente?) livre para exibir a singularidade de cada um?
Um universo que pode (e deve?) exibir uma paleta riquíssima de cores e humores?!...
Escrevo isso após ler a matéria abaixo, e - confesso - ficar me perguntando se os crossdressers adultos (e o Laerte) a leram; se leram, devem ter ficado bem contentes!
Eu fiquei!
Contente e aliviada; bem faço eu de me manter otimista quanto a espécie (dita) Humana!...


..."Mãe apoia filho que se veste como mulher. E você?
(Matéria de Marcela Buscato para a Revista Época)

Cheryl Kilodavis era uma mãe americana comum. Até que seu filho Dyson, de 5 anos, começou a manifestar frequentemente a vontade de usar roupas femininas. O gosto peculiar para um garoto já era uma característica de Dyson: desde os 2 anos, tudo o que era brilhante e cor-de-rosa despertava seu interesse. Cheryl resolveu encorajar a atitude do filho e escreveu o livro “My Princess Boy” (algo como “Meu Garoto Princesa”), que conta a história de um menino que, assim como Dyson, usa roupas femininas.
O livro, publicado de maneira independente, começou a ser usado na escola de Dyson, em Seattle, como uma cartilha antibullying. Fez tanto sucesso que ganhará este mês uma edição da Simon & Schuster, uma grande editora americana. O caso de Dyson parece ímpar porque o menino se veste de princesa, com tules, babados e brilhos, e sai por aí. Não só no Halloween, como aconteceu com Boo, o menino americano que se vestiu de Daphne, a personagem do Scooby Doo, na festa de Halloween da escola (e que também recebeu apoio dos pais).

Os pais de Dyson enfrentaram reações negativas. Algumas pessoas disseram que bateriam no filho se ele quisesse sair de bailarina por aí. Há quem diga que Cheryl e o marido, Dean, estariam prejudicando a masculinidade de Dyson. Mas o que isso significa? Para começar, ninguém se torna homossexual. Muito menos por usar rosa ou qualquer outra cor ou vestimenta que as convenções sociais determinaram como femininas. Ou, por acaso, as mulheres se tornaram homossexuais depois que começaram a usar calça, considerada por séculos uma peça exclusivamente masculina? A Martha já escreveu aqui no blog sobre a ditadura do rosa para as meninas . Afinal de contas, por que menina usa rosa e menino usa azul? E gostar de rosa faz alguém gay por que a sociedade decidiu que rosa é cor de menina? Pensando bem, esquisito é acharmos isso normal, e não Dyson gostar dessa cor. A mãe dele entendeu direitinho. “Eu sei que as escolhas dele não têm nada a ver com definição de gênero. Diz respeito apenas ao o que ele acha bonito.”

Mesmo os especialistas não acreditam que haja uma relação entre as preferências mostradas por crianças e a orientação sexual delas. Não se pode extrapolar um comportamento presente, que pode ser influenciado pela presença de irmãs ou amigas, por exemplo, para toda uma vida. No caso do menino Boo, que se vestiu de Daphne, uma amiga da irmã dele usou a mesma fantasia. E aí se ele quis copiar? Eu sou a única menina da família. Cresci com os joelhos esfolados de tanto jogar bola e andar de bicicleta, achava muito mais legal brincar de carrinho e não entendia por que meu irmão e meus primos podiam ficar sem camisa e eu não. Achava uma injustiça. Hoje adoro cor-de-rosa e me acho muito mais sortuda do que os meninos porque tenho a possibilidade de comprar uma infinidade de roupas. É claro que exemplos anedóticos não têm nenhuma validade científica – e os pesquisadores dizem que ainda hoje não há estudos confiáveis capazes de relacionar as preferências infantis à orientação sexual futura. Mas, vamos supor que Dyson e outros meninos que gostam de fantasias de menina sejam gays, qual é o problema? Deveriam os pais bater nos filhos, como sugeriram alguns bárbaros aos pais de Dyson, para “corrigir o problema”? É caso de cadeia dupla: por preconceito e violência.

Só temos a ganhar com crianças como Dyson e com pais como os dele. Será que os coleguinhas de Dyson não vão crescer e se tornar uma geração que acha que não tem nada demais menino usar rosa e roupa de princesa, seja pelo motivo que for?"...

Ilustração: Capa do livro de Cheryl Kilodavis

13 comentários:

Dra. Juliana Matson disse...

Maravilhoso, Chris!
Espero, um dia, ter essa conciência que a mãe de Dyson teve! Confesso que ainda vivo no mundo das formigas e dos bois, porém, luto TODO DIA para mudar isso...
Parabéns pelo Blog.
Um beijo

Danillo disse...

Adorei seu texto e a matéria.
Acho que vc deveria escrever pra Época. =)
Bjsss

Anônimo disse...

por mais Montessorianas ou construtivistas que se digam as escolas, estão mentindo - so vendem essa ideia, usam o titulo, pq na verdade não permitem o desenvolvimento do ser dentro de sua real capacidade
a educação é normativa, castradora e ...suja( ou melhor dizendo para não ofender: ignorante)
Rosane Chonchol

Dona Sra. Urtigão disse...

Pois não é ?
Brilhante, como sempre !

Edson Guimarães Silva disse...

Seus temas são instigantes e controversos, precisamos conversar em particular sobre eles, tenho a aprender contigo. Gostei do "post", muito inteligente e interessante. É aquela questão, tudo depende do tempo e do espaço, em algumas civilizações os homens usam saia, em outras são eles que ficam com os filhos para as mulheres trabalharem, mas basta que alguém tome uma atitude contrária aos costumes da sociedade que vive para ser perseguido e massacrado por ser diferente de alguns.

Rita de Cássia disse...

ólá querida Christina!
maravilhoso texto!!!
eu adoro essa discussão sobre gênero e ando debatendo isso com minhas crianças da escola, e tbm com meus colegas. Agora em abril teremos na Universidade o Seminário de Gênero e Infância e sempre gosto de participar, vou publicar um artigo que trata dessa temática.
Bom te ler minha querida.
Olhe, desejo-lhe um feliz 2011 com mto mais sucesso e realizações em sua vida!
Talvez ano q vem ñ terei mais tanto tempo para o blog pq estarei em estágio e participando de muitos eventos acadêmicos...
mas de qualquer forma, torço mto por tí e por teu belíssimo trabalho desenvolvido aqui!
te admiro mto e sempre te acompanho, embora mtas vezes eu seja silenciosa...
Fique c Deus meu anjo!
felicidades e mto amor sempre!
bjocas!

Rita de Cássia disse...

Dois comentários:
um acerca da opinião de Anônimo e outro sobre o que disse Edson.
1° Existem 52 escolas verdadeiramente montessorianas no Brasil, em 14 estados ver em OMB http://www.omb.org.br/escolas.php? Essa proposta pedagógica está dentro da corrente de educação romântica, do jardim de infância de Froebel, onde a professora é a jardineira e a cça a sementinha...
Devemos tomar cuidado ao falar das teorias de educação e teóricos, posto que o momento em que se deu a proposta era diferente como também o contexto.
Montessori era médica, a 1ª mulher a se formar em medicina na Itália. No decorrer de sua formação, interessou-se por crianças tidas na época como "anormais" e especializou-se numa área da psicologia para trabalhar com estas crianças, estudar seu desenvolvimento psicomotor e cognitivo. Sua metodologia baseava-se no comportamentalismo.
Logo sua ideia de educação foi adotada também para se trabalhar com as crianças "normais", o que rendia bons resultados.
Resumindo, a teoria montessoriana ñ prepara em suma para o mercado de trabalho, e nossa sociedade é capitalista, consumista e mercadológica. O que se espera de uma escola? Para que deve se destinar a Educação formal? Que tipo de cidadão a escola deve formar? São questões que devem estar presentes em nossas constatações...
também ñ devemos generalizar, pois existem mtas escolas que, com pouco, conseguem fazer trabalhos excelentes!
Devemos levar em consideração também as estruturas físicas,culturais,históricas, sociais, políticas, conjunturais, gestoras etc. que formam uma instituição educacional. Onde se situa a escola? quem são os atores do processo de ensino e aprendizagem? sob quais condições tal processo se efetua? etc...
E a respeito do construtivismo, poderíamos falar dele no plural, começando por Piaget, passando por Ferrero e Theberosky, Vygotsky...
Mas acontece que essa teoria é pouco compreendida e/ou utilizada de forma controversa por necessidade estatal de resultados...
*************
Edson, L. Strauss fala sobre isso mto bem, a questão do etnocentrismo, em sua obra Raça e história.
abraços
e desculpe as mtas palavras é q ñ me contive...
bjocas

Rita de Cássia disse...

Dois comentários:
um acerca da opinião de Anônimo e outro sobre o que disse Edson.
1° Existem 52 escolas verdadeiramente montessorianas no Brasil, em 14 estados ver em OMB http://www.omb.org.br/escolas.php? Essa proposta pedagógica está dentro da corrente de educação romântica, do jardim de infância de Froebel, onde a professora é a jardineira e a cça a sementinha...
Devemos tomar cuidado ao falar das teorias de educação e teóricos, posto que o momento em que se deu a proposta era diferente como também o contexto.
Montessori era médica, a 1ª mulher a se formar em medicina na Itália. No decorrer de sua formação, interessou-se por crianças tidas na época como "anormais" e especializou-se numa área da psicologia para trabalhar com estas crianças, estudar seu desenvolvimento psicomotor e cognitivo. Sua metodologia baseava-se no comportamentalismo.
Logo sua ideia de educação foi adotada também para se trabalhar com as crianças "normais", o que rendia bons resultados.
Resumindo, a teoria montessoriana ñ prepara em suma para o mercado de trabalho, e nossa sociedade é capitalista, consumista e mercadológica. O que se espera de uma escola? Para que deve se destinar a Educação formal? Que tipo de cidadão a escola deve formar? São questões que devem estar presentes em nossas constatações...
também ñ devemos generalizar, pois existem mtas escolas que, com pouco, conseguem fazer trabalhos excelentes!
Devemos levar em consideração também as estruturas físicas,culturais,históricas, sociais, políticas, conjunturais, gestoras etc. que formam uma instituição educacional. Onde se situa a escola? quem são os atores do processo de ensino e aprendizagem? sob quais condições tal processo se efetua? etc...
E a respeito do construtivismo, poderíamos falar dele no plural, começando por Piaget, passando por Ferrero e Theberosky, Vygotsky...
Mas acontece que essa teoria é pouco compreendida e/ou utilizada de forma controversa por necessidade estatal de resultados...
*************
Edson, L. Strauss fala sobre isso mto bem, a questão do etnocentrismo, em sua obra Raça e história.
abraços
e desculpe as mtas palavras é q ñ me contive...
bjocas

Rita de Cássia disse...

Dois comentários:
um acerca da opinião de Anônimo e outro sobre o que disse Edson.
1° Existem 52 escolas verdadeiramente montessorianas no Brasil, em 14 estados ver em OMB http://www.omb.org.br/escolas.php? Essa proposta pedagógica está dentro da corrente de educação romântica, do jardim de infância de Froebel, onde a professora é a jardineira e a cça a sementinha...
Devemos tomar cuidado ao falar das teorias de educação e teóricos, posto que o momento em que se deu a proposta era diferente como também o contexto.
Montessori era médica, a 1ª mulher a se formar em medicina na Itália. No decorrer de sua formação, interessou-se por crianças tidas na época como "anormais" e especializou-se numa área da psicologia para trabalhar com estas crianças, estudar seu desenvolvimento psicomotor e cognitivo. Sua metodologia baseava-se no comportamentalismo.
Logo sua ideia de educação foi adotada também para se trabalhar com as crianças "normais", o que rendia bons resultados.
Resumindo, a teoria montessoriana ñ prepara em suma para o mercado de trabalho, e nossa sociedade é capitalista, consumista e mercadológica. O que se espera de uma escola? Para que deve se destinar a Educação formal? Que tipo de cidadão a escola deve formar? São questões que devem estar presentes em nossas constatações...
também ñ devemos generalizar, pois existem mtas escolas que, com pouco, conseguem fazer trabalhos excelentes!
Devemos levar em consideração também as estruturas físicas,culturais,históricas, sociais, políticas, conjunturais, gestoras etc. que formam uma instituição educacional. Onde se situa a escola? quem são os atores do processo de ensino e aprendizagem? sob quais condições tal processo se efetua? etc...
E a respeito do construtivismo, poderíamos falar dele no plural, começando por Piaget, passando por Ferrero e Theberosky, Vygotsky...
Mas acontece que essa teoria é pouco compreendida e/ou utilizada de forma controversa por necessidade estatal de resultados...
*************
Edson, L. Strauss fala sobre isso mto bem, a questão do etnocentrismo, em sua obra Raça e história.
abraços
e desculpe as mtas palavras é q ñ me contive...
bjocas

Rita de Cássia disse...

Dois comentários:
um acerca da opinião de Anônimo e outro sobre o que disse Edson.
1° Existem 52 escolas verdadeiramente montessorianas no Brasil, em 14 estados ver em OMB. Essa proposta pedagógica está dentro da corrente de educação romântica, do jardim de infância de Froebel, onde a professora é a jardineira e a cça a sementinha...
Devemos tomar cuidado ao falar das teorias de educação e teóricos, posto que o momento em que se deu a proposta era diferente como também o contexto.
Montessori era médica, a 1ª mulher a se formar em medicina na Itália. No decorrer de sua formação, interessou-se por crianças tidas na época como "anormais" e especializou-se numa área da psicologia para trabalhar com estas crianças, estudar seu desenvolvimento psicomotor e cognitivo. Sua metodologia baseava-se no comportamentalismo.
Logo sua ideia de educação foi adotada também para se trabalhar com as crianças "normais", o que rendia bons resultados.
Resumindo, a teoria montessoriana ñ prepara em suma para o mercado de trabalho, e nossa sociedade é capitalista, consumista e mercadológica. O que se espera de uma escola? Para que deve se destinar a Educação formal? Que tipo de cidadão a escola deve formar? São questões que devem estar presentes em nossas constatações...
também ñ devemos generalizar, pois existem mtas escolas que, com pouco, conseguem fazer trabalhos excelentes!
Devemos levar em consideração também as estruturas físicas,culturais,históricas, sociais, políticas, conjunturais, gestoras etc. que formam uma instituição educacional. Onde se situa a escola? quem são os atores do processo de ensino e aprendizagem? sob quais condições tal processo se efetua? etc...
E a respeito do construtivismo, poderíamos falar dele no plural, começando por Piaget, passando por Ferrero e Theberosky, Vygotsky...
Mas acontece que essa teoria é pouco compreendida e/ou utilizada de forma controversa por necessidade estatal de resultados...
*************
Edson, L. Strauss fala sobre isso mto bem, a questão do etnocentrismo, em sua obra Raça e história.
abraços
e desculpe as mtas palavras é q ñ me contive...
bjocas

Os brejos ao redor de minha alma agreste... disse...

Dois comentários:
um acerca da opinião de Anônimo e outro sobre o que disse Edson.
1° Existem 52 escolas verdadeiramente montessorianas no Brasil, em 14 estados ver em OMB http://www.omb.org.br/escolas.php? Essa proposta pedagógica está dentro da corrente de educação romântica, do jardim de infância de Froebel, onde a professora é a jardineira e a cça a sementinha...
Devemos tomar cuidado ao falar das teorias de educação e teóricos, posto que o momento em que se deu a proposta era diferente como também o contexto.
Montessori era médica, a 1ª mulher a se formar em medicina na Itália. No decorrer de sua formação, interessou-se por crianças tidas na época como "anormais" e especializou-se numa área da psicologia para trabalhar com estas crianças, estudar seu desenvolvimento psicomotor e cognitivo. Sua metodologia baseava-se no comportamentalismo.
Logo sua ideia de educação foi adotada também para se trabalhar com as crianças "normais", o que rendia bons resultados.
Resumindo, a teoria montessoriana ñ prepara em suma para o mercado de trabalho, e nossa sociedade é capitalista, consumista e mercadológica. O que se espera de uma escola? Para que deve se destinar a Educação formal? Que tipo de cidadão a escola deve formar? São questões que devem estar presentes em nossas constatações...
também ñ devemos generalizar, pois existem mtas escolas que, com pouco, conseguem fazer trabalhos excelentes!
Devemos levar em consideração também as estruturas físicas,culturais,históricas, sociais, políticas, conjunturais, gestoras etc. que formam uma instituição educacional. Onde se situa a escola? quem são os atores do processo de ensino e aprendizagem? sob quais condições tal processo se efetua? etc...
E a respeito do construtivismo, poderíamos falar dele no plural, começando por Piaget, passando por Ferrero e Theberosky, Vygotsky...
Mas acontece que essa teoria é pouco compreendida e/ou utilizada de forma controversa por necessidade estatal de resultados...
*************
Edson, L. Strauss fala sobre isso mto bem, a questão do etnocentrismo, em sua obra Raça e história.
abraços
e desculpe as mtas palavras é q ñ me contive...
bjocas

Rita de Cássia disse...

Dois comentários:
um acerca da opinião de Anônimo e outro sobre o que disse Edson.
1° Existem 52 escolas verdadeiramente montessorianas no Brasil, em 14 estados ver em OMB http://www.omb.org.br/escolas.php? Essa proposta pedagógica está dentro da corrente de educação romântica, do jardim de infância de Froebel, onde a professora é a jardineira e a cça a sementinha...
Devemos tomar cuidado ao falar das teorias de educação e teóricos, posto que o momento em que se deu a proposta era diferente como também o contexto.
Montessori era médica, a 1ª mulher a se formar em medicina na Itália. No decorrer de sua formação, interessou-se por crianças tidas na época como "anormais" e especializou-se numa área da psicologia para trabalhar com estas crianças, estudar seu desenvolvimento psicomotor e cognitivo. Sua metodologia baseava-se no comportamentalismo.
Logo sua ideia de educação foi adotada também para se trabalhar com as crianças "normais", o que rendia bons resultados.
Resumindo, a teoria montessoriana ñ prepara em suma para o mercado de trabalho, e nossa sociedade é capitalista, consumista e mercadológica. O que se espera de uma escola? Para que deve se destinar a Educação formal? Que tipo de cidadão a escola deve formar? São questões que devem estar presentes em nossas constatações...
também ñ devemos generalizar, pois existem mtas escolas que, com pouco, conseguem fazer trabalhos excelentes!
Devemos levar em consideração também as estruturas físicas,culturais,históricas, sociais, políticas, conjunturais, gestoras etc. que formam uma instituição educacional. Onde se situa a escola? quem são os atores do processo de ensino e aprendizagem? sob quais condições tal processo se efetua? etc...
E a respeito do construtivismo, poderíamos falar dele no plural, começando por Piaget, passando por Ferrero e Theberosky, Vygotsky...
Mas acontece que essa teoria é pouco compreendida e/ou utilizada de forma controversa por necessidade estatal de resultados...
*************
Edson, L. Strauss fala sobre isso mto bem, a questão do etnocentrismo, em sua obra Raça e história.
abraços
e desculpe as mtas palavras é q ñ me contive...
bjocas

CHRISTINA MONTENEGRO disse...

ôba! Melhor que um monte de gente aparecer aqui, só mesmo esse monte propor debates!
Obrigada a todos, e BEIJOS!
EXCELENTE NOVO ANO! SARAVÁ 2011!...