sábado, 12 de setembro de 2009

Enquanto aguardam o PRÓXIMO ("Estórias da História dos Estudos sobre as Masculinidades"), deixo aqui uma foto para reflexões...

Meninos trabalhadores nas minas... (para túneis estreitos, e bolsos ávidos, seres vivos adequadamente de 'pequeno porte').

Sempre que consultarmos a História, encontraremos o patriarcalista/patrimonialista Filicídio manifestado (nem sempre fotografado ou pintado), atingindo crianças em geral, mas - de uma forma especialmente sádica - os meninos, que tendem, mais tarde (reativamente), a se tornar repetidores dos gestos dos (ir)responsáveis adultos de suas infâncias.

Se a gente olhar em volta HOJE, ficará com MUUUUUUUITA vergonha (assim espero!) do que se perpetua.

Aguardem o texto, por favor; vai demorar um pouquinho, até porque estou 'viajando' no maior poder de síntese possível...

17 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

lembra do programa televisivo TV-Pirata?

tinha um quadro chamado TV Macho.

faziam caricaturas alucinantes do esteriótipo masculino, com atores como: Ney Latorraca, Diogo Vilela, Regina Casé, Guilherme Caran, Marco Nanini, Pedro Paulo Rangel e Luís Fernando Guimarães.


beijó(K)awanami

CHRISTINA MONTENEGRO disse...

Não é BEEEEEEEEM sobre isoo que estou escrevendo, mas achei o máximo você ter lembrado (entretenimento É CULTURA, gostem ou não alguns intelectuais mais conservadores!), e comentar antes do texto pronto! Isso é que é amigo!...rsrsrsrs MERCI! Será um estímulo!

Fran disse...

Amada, tem selinho pra ti lá no blog [selo 'esse blog tem cultura'] :)

Lunna disse...

Interessante a proposta, fico eu aqui a imaginar o que dirás tu. Acho que a masculinidade anda um tanto "perdida" porque definiu-se que o ser masculino não chora, não sofre, é forte e inatingível. Tudo bobagem, acho que o ser masculino é uma figura mística, comum e claro, humana (embora essa palavra me tire o sono).
Enfim, estou aguardando.
Beijos carissima

Lunna disse...

Fiquei eu aqui a revirar minha mente por causa da palavra "estória". Houve um tempo em que ela se aplicava ao que era fato e ao que não era fato, mas agora não sei mais... Fui pesquisar e nada descobri, então voltei pra cá e fiquei olhando o título do post. Sei, parece coisa de maluco, não é? rs Mas eu nunca fui normal, viu? rs
Beijos

Udi disse...

bem, a tua produção está além da minha capacidade de acompanhar e me manter atualizada...
esse aí dos ódios masculinos e fúria materna, uau! tenho que voltar aqui prá ler.
beeeijos!

Bia Maia disse...

Sua idéia é fantástica...

então...aguardando!

beijos VERDADEIROS!

Biazinha

Udi disse...

afffe! é nisso que dá comentar sobre o assunto do post anterior!
(pleas, desconsidere a pergunta que deixei no comentário do post anterior)

Denise disse...

Quantas vergonhas já nos perseguem...
Oxalá,tivessemos a descência de mudar o caminho para não angarir mais culpas e mãos sujas.

Fran disse...

Amada, tem selo pra ti lá no blog :)

krolbonk disse...

Pois então, o que me resta é - simplesmente - aguardar! =]

Solange Maia disse...

Realmente lamentável Christina... eles deveriam estar brincando... construindo internamente as bases do adulto que serão amanhã...

Triste.
Muito triste.

Beijo carinhoso

Marcos Satoru Kawanami disse...

afinal, o que é patriarcalismo patrimonialismo?

Flavio Ferrari disse...

Adorei conhecer vocês !!! Bj.

Érica Martinez disse...

Chris e seu olhar é que é muito generoso! Também foi um "prazerzaço" e, assim como a Udi, volto com tempo.
(mas já fiz mega propaganda de ti!!!)

Um beijão!

Carlos Eduardo Leal disse...

Christina,
Muito, muito bonito teu blog e tua proposta de estudo e pesquisa. Quanto aos meninos das minas, acho que esta fuligem que os envolve é a fuligem da indiferença, a fuligem do descaso e da usurpação do direito à infância.
Voltarei sempre por aqui. Também sou psicólogo e psicanalista e tenho um blog sobre literatura. Se quiser 'aparecer' será super bem vinda. O endereço é:
veredaspulsionais.blogspot.com
Abraços,
Carlos Eduardo

Fran disse...

Amada, sinto muito. Na verdade a gente nem sabe o que dizer nesses momentos, as palavras não são suficientes...
Fico feliz com a sua volta, você e a sua sabedoria sempre fazem falta :)

Beeijos!